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Sedução - (14ª Reflexão )

Duas pessoas sedutoras de frente. Um sentimento inefável de um lado; do outro, a sobriedade no olhar. Há um encantamento entrelaçando estas personalidades que ardem de prazer. Não se fala. O abreviar dos olhos diz que é hora de começar. Não sou pudico na sua presença e nem penso em imoralidade, ajo com quem amo de forma bondosa e respeitando toda sua individualidade, perscrutando seu ser no ritmo de seus desejos, ir além sem seu consentimento me tornaria um bruto insensato. A não resistência me fortalece. Olhar para seu corpo nu úmido de prazer dá-me um estremecimento e sinto que o mesmo lhe sucede. Quando minhas mãos deslizam suavemente por sua pele sedosa e macia, toco seus flancos bem esguios e salientes e seus pêlos pubianos se eriçam mais e mais. O néctar do prazer se esvanece por entre meus dedos. Seu sexo tão lindo e dourado que não posso me conter, e nem devo, a minha excitação, é um estímulo para açambarca-la somente. Quero beijá-lo. Os lábios vão e vem de forma cadenciada no objeto do desejo entreabrindo para que sinta no ato os sussurros do gozo. Seus olhos fecham-se. Você está dentro de mim  num balanço ardente onde aqueles sussurros continuam a embalar-nos para posições variadas, é a pura sedução.

Você se perguntará: - porque isto? Eu direi simplesmente que você me excita e me faz homem; primeiro por você, depois pela postura de mulher amantE.

 
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