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Aracajú a Itaberaba , 28 de Janeiro de 2012.

Café da manhã tomado, procedimento "A la Gugu", madeirinha levavando a moto e oleo 90 na correte efetuado. Roda na Estrada. Movimento intenso dos carros nos dois sentidos, pista dupla mas muito movimentada por caminhões. Confiante na minha tocada e sempre de olho na gasolina parei a uns 40 quilometros rodados para reabastecer. Posto Ipiranga, dos que eu gosto. Na bomba a frentista me perguntou se era gasolina ou etanol. Disse para esperar um pouco enquanto eu retirava o capacete. Em seguida Disse: Gasolina. Ela retrucou e na outra bomba la na frente, sorri e desci da moto. Enguanto retirava as luvas ia conversando com ela. À nossa frente dois frentistas observavam-nos. Retirei as luvas e as coloquei em cima do bauzinho. Já sabendo que a bomba era mais atrás desengatei a moto e fui empurrando confornando a bomba que estava parado. Ao chegar na outra bomba coloquei a moto no descanso lateral e a mesma foi reabastecida. Ao final me dirigi à conveniência para pagar. O fiz e tomei um café. Ao chegar, subi na moto me equipei com capacete e fui calçar as luvas. Agora.... onde está as luvas. Pensei ter colocado dentro da jaqueta, nada! Lembrei que as tinha colocado em cima do baú desci da moto e observei, Nada, sumiram! Não acreditei. Rodei pelo posto à procura não as encontrei. Perguntei à moça que me atendera, ela disse que me viu tirá-las e colocar no baú. Enfim, roubaram minhas luvas. Ou seja, ao fazer a curva para ir à outra bomba, as luvas cairam do bauzinho e eu não percebi, e justamente onde estavam os outros dois frentistas. Tem prá mim que eles viram-nas  e as pegaram e quando eu dei por falta delas eles disseram que não viram nada, claro!  Fiquei desolado e foi impactante para mim o ocorrido. Como não levara outro par, a viagem foi feita sem elas o que me rendeu uma queimadura no dorso da mão e parte do ante-braço devido ao sol.

Como em viagem nas longas retas a gente pensa muito enquanto viaja, lembrei que tinha um  colocado um par de luvas de algodão que ganhei de brinde em algum lugar da bagagem mas não tinha certeza do lugar, me restava para e procurar. Como o pique da viagem estava bom fui tocando e tocando.

Eu já me enrolei várias vezes no anel viário de Feira de Santana, mas dessa vez com a ajuda do GPS tudo foi contornado e cheguei à casa do Ruiter sem problemas. Ruiter estava me esperando logo após a segunda entrada de Santo Estevão. Fiquei muito feliz ao revê-lo depois de 11 anos! O segui até sua casa onde sua receptividade foi muito valiosa. Pessoa ímpar, muito educado e prestativo. Convervamos durante umas duas horas. Ruiter queria que eu pernoitasse em sua casa mas eu preferí seguir viagem para adiantar pois estava um pouco atrasado com o meu cronograma. Segui até Itaberaba onde pernoitei no Hotel Charm, eu recomendo. Simples, preço em conta e um farto café da manhã.

 

 

 
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